quarta-feira, 13 de abril de 2011

feliz dia do beijo (k)



O beijo é uma das principais manifestações de afeto entre os seres humanos e existe, segundo historiadores, há milhares de anos. Embora não se saiba ao certo sua origem, alguns escritos encontrados na Índia por volta de 1.500 a.C., já mostravam contatos semelhantes entre pessoas. O cientista Charles Darwin foi mais além: para ele, o beijo seria uma evolução das mordidas que os macacos trocavam em rituais préssexuais.
O beijo parece algo bem simples, mas a profundidade do gesto, muitas vezes, atinge níveis de complexidade altíssimos. Isso porque ele pode significar mais do que uma singela expressão de carinho. Há beijos marcantes dos quais jamais esquecemos – o primeiro beijo, por exemplo. Existem os cinematográficos, que levam ao clímax as emoções de uma platéia. Há os que nos confundem, nos atormentam ou nos arrebatam… os que reviram nossa pacata vida do avesso.
Tem aqueles que fazem história e que nem sempre traduzem as mesmas intenções. O que dizer do beijo de Judas Iscariotes, através do qual Jesus foi identificado pelos seus perseguidores? E dos famosos beijos dos contos-de-fadas em que personagens como a Branca-de-Neve e a Bela Adormecida despertam de um sono quase eterno somente com o toque dos lábios de seus príncipes?
O beijo pode colaborar com a formação da autoestima e autoimagem da pessoa, na superação de momentos difíceis, e acelerar processos de cura em caso de enfermidades físicas ou de fundo emocional.
Durante o beijo, usamos três sentidos ao mesmo tempo – o tato, o paladar e o olfato. Há quem goste de beijar com os olhos abertos, para admirar o parceiro, e mais um sentido é adicionado nessa “poção mágica” – a visão. Por isso, beijar é uma atividade que mexe tanto com nossas emoções e sensações.
Sergio Savian, terapeuta especializado em relacionamentos, diz que, ao beijarmos, não sentimos apenas o gosto da saliva, mas também da alma do outro. “O beijo na boca sintetiza a personalidade da pessoa e é um parâmetro de afinidade. Além disso, ele é um marco na relação entre dois indivíduos. Quando saímos da fase de amizade ou paquera e beijamos, algo muda”, observa Savian, que é diretor da Escola de Relacionamento Mudança de Hábito.

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